Devassa
livre o braço todo aberto,
que eu te me entrego, aceito, te recebo,
qual solitário espera mago bico de grou
e ascende e se esvazia:
ó morte.
Nem mal nem bem, cinza penetração
no peito de serviço nesse dia.
Comigo a quem me dei eu dou,
confio a mão mal tida,
o sorriso entre portas,
a voz irrecordada.
Em ti, meu banco, morte,
eu deposito a vida. |
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| (Agora,
Estar, 1975) |
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