| Mandavam as regras de
alguns milénios, que sobre o papel o artista apusesse o pincel, mil
vezes treinado, somente depois de toda a cena estar concebida na sua
mente. A concretização era, então, um acto de dextricidade, de
precisões técnicas, o braço fluido seguindo a mão, obediente ao
comando mental. E por milhares de anos assim se fez, o conhecimento
do mundo exterior dominando a realização artística, ainda que sobre
ele presidindo outros saberes e filosofias, do Taoísmo ao
Budismo... | |