|
|
O HOMEM, O CRIATIVO E O
AMIGO Gabriela Pombas Cabelo
Falar de um macaense, dum amigo e dum artista sobejamente conhecido neste pedaço do mundo onde vivi durante quinze anos, é sentir já, com mais intensidade, a nostalgia da partida. António Conceição Júnior, Homem de grande sensibilidade, criatividade e de um inegável talento, surpeende-nos a todo o momento com as suas ideias a irromperem em todas as direcções, inovando mesmo quando procura nos elementos perdidos novas formas, novas emoções e sentimentos estéticos, propondo-nos um confronto entre o passado e o presente. Esta exposição que Conceição Júnior quis designar de Desassamblages, anuncia a união, a ponte entre tempos diferentes, é como começar tudo de novo dando vida ao que já foi esquecido e apagado pelo tempo, introduzindo novos conceitos de ordem estética, tão próximos da iconografia do que já fez no seu álbum fotográfico Enquadramentos, toda uma obra marcada pela sabedoria e mestria da mão mandada por aquela. Tais objectivos são atíngiveis pela reflexão que se adivinha, pela permanente irrequietude que se impõe na solidão a que se vota. Chegar aqui é um apeadeiro para este homem de Macau, que se não fica no feito, antes se busca na próxima ideia, como que a anunciar a vitalidade de Macau Gabriela Pombas Cabelo Presidente do Instituto Cultural de Macau |
|
O HOMEM, O CRIATIVO E O AMIGO A SINGULARIDADE MACAENSE EM ANTÓNIO CONCEIÇÃO JÚNIOR
|