A China está cheia de inesperadas supresas, entre elas aldeias que não mudaram o seu modo de vida ao longo dos séculos.
A beleza encontra-se por todo o lado enquanto a aldeia se vai engalanando de vermelho para celebrar o Ano Novo Chinês.

A caminho de Hangzhou, deixámos a auto-estrada e fomos a Wu Zhan, literalmente Aldeia Negra, cujo nome provém da côr das telhas que cobrem os seus telhados.

Wu Zhan é agora procurada por estrangeiros e turistas chineses que sabem da aldeia. Porém, absolutamente indiferentes aos turistas, os aldeões continuam a sua vida neste paraíso de beleza e simplicidade.

Inteiramente auto-sustentada, Wu Zhan permaneceu imune às mudanças do mundo exterior desde o seu nascimento como centro produtor de seda - um dos muitos - que data, na sua presente versão, da dinastia Ming (1368 - 1644).

A aldeia é servida por canais que permitiam o fácil transporte da seda. Toda a aldeia é uma obra-prima de beleza, engenho e - como já foi dito - de auto-sustentabilidade, como pode ser vista pelo correr das fotografias.
Não são necessários comentários, já que as fotografias falam por elas. Já não há mercadores ricos, mas a Aldeia Negra prossegue a sua vida.

 

     
       
       
       
       

 

     

       

 

     
       

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