Tudo o que se faz não é mais do que o natural discernimento da linguagem própria que a natureza das coisas proclama.
Acredito que o criativo não é senão um mero agente que opera o processo alquímico da transmutação do estímulo inicial em algo que se espera, seja a essência desse impulso.

 
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   © António Conceição Júnior 1998