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Para mim a moda
não é a efemeridade sasonal em permanentemente contradição.
A isso chamo mercantilismo, ditadura do
consumo, erradicação do gosto individual.
Moda
não
é a auto-fagia dos arquétipos, mas
antes o exercicio da opção e legado cultural que se chama
gosto.
É a busca da intemporalidade que em mim decorre da multi-etnicidade como referência.
Torna-se fundamental que a autenticidade no modo como a
história se desenrola seja entendida de um ponto de vista
humanitário,humanista, criativo e estético.
Ou então é indústria, e essa faz-se de maturidade empresarial
a haver, porquanto o acto de vestir mantém-se investido das
mesmas funções
denotativas do género,
entre outras... |